Diretor Arthemio Scardino Guimarães Jr representou o Sindicato no Painel “Contribuições da Comunidade Científica e Tecnológica da Amazônia para a Agenda de Ação do Brasil”
O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Pará (SENGE-PA) participou, nesta quarta-feira (12 de novembro de 2025), do Painel “Contribuições da Comunidade Científica e Tecnológica da Amazônia para a Agenda de Ação do Brasil”, realizado no Museu das Amazônias, em Belém (PA). O evento, promovido pela Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República e pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), integrou o Mutirão Global liderado pela Presidência da COP30, reunindo pesquisadores, gestores, cientistas e lideranças sociais da região.
O diretor do SENGE-PA, engenheiro Arthemio Scardino Guimarães Jr, representou a categoria, reafirmando o compromisso da engenharia paraense com a produção científica, a inovação e a sustentabilidade, especialmente diante dos desafios climáticos e sociais que orientam a agenda da COP30, que será sediada em Belém em 2026.
🌱 Amazônia como eixo estratégico da agenda climática global
O painel teve como objetivo traduzir o conhecimento científico e tecnológico da Amazônia em soluções concretas e escaláveis, voltadas à implementação das Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) do Brasil (2025–2035) e dos compromissos assumidos no Acordo de Paris.
Para o engenheiro Arthemio Guimarães, o encontro representou um marco no reconhecimento da ciência amazônica como patrimônio estratégico nacional e global.
“A ciência amazônica não é apenas regional — ela é essencial para o futuro energético, ambiental e tecnológico do planeta. O que se produz aqui pode definir o rumo do desenvolvimento sustentável mundial”, afirmou o diretor.
Durante o evento, foi lançado o livro “Encontro da Comunidade Científica e Tecnológica da Amazônia”, resultado do encontro homônimo realizado em agosto de 2025 com a Presidência da COP30, que reuniu contribuições de mais de 70 instituições científicas e comunidades tradicionais. A publicação sintetiza os principais eixos de cooperação entre ciência, tecnologia e saberes locais, consolidando uma visão plural e integrada da sustentabilidade amazônica.
🧭 Engenharia amazônica: o elo entre ciência e transformação
As discussões reforçaram o papel central da engenharia na construção de políticas públicas e soluções tecnológicas voltadas à mitigação e adaptação climática. Para o SENGE-PA, a engenharia amazônica se afirma como instrumento de soberania e desenvolvimento sustentável, conectando a pesquisa científica às necessidades reais dos territórios e das populações locais.
“Fortalecer a comunidade científica e tecnológica da Amazônia é fortalecer o próprio projeto de nação. A engenharia é o elo entre o conhecimento e a transformação social”, ressaltou Guimarães.
O evento também destacou a urgência de integrar universidades, centros de pesquisa, governos e setor produtivo, promovendo uma economia verde, inclusiva e socialmente justa, baseada em inovação e valorização dos saberes tradicionais.
🌍 SENGE-PA reafirmou compromisso com o futuro sustentável da Amazônia
Diretor Arthemio Jr, com a Professora Raimunda Monteiro (ex-reitora da Ufopa e secretária-adjunta do Conselhão)
A presença do SENGE-PA no evento reafirmou o papel estratégico da engenharia paraense na construção de soluções sustentáveis e no fortalecimento da agenda climática brasileira, especialmente neste período preparatório para a COP30.
O Sindicato reforçou seu compromisso em representar a categoria nas discussões que unem ciência, tecnologia e políticas públicas, consolidando a engenharia como protagonista na defesa do desenvolvimento equilibrado e responsável da Amazônia e do Brasil.
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